Parafraseando a Dr.ª Rute Remédios, as opiniões são como as vaginas: cada uma tem a sua e quem quiser dá-la, dá-a. Neste blog, Julie D´aiglemont dá a sua. Opinião, claro. E nem sempre da forma mais respeitosa. Isso ofende a vossa sensibilidade? Então, ide, ide. Ide ler o programa de um qualquer partido de extrema esquerda, que de certeza é mais consentâneo com vossos princípios morais.





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segunda-feira, 7 de junho de 2010

Eu e o álcool

Ainda há pouco contava a uma amiga que tenho um grave problema com o álcool.
Não, não sou alcoólica, o único viciozinho de boca que tenho é exclusivamente com comida.
O problema reside no facto de eu não gostar de beber bebidas alcoólicas, coisa que se assemelha inconcebível para a maioria das pessoas.
Para o bom povo perceber, costumo fazer uma analogia com o vinagre: é normal gostar-se dele como tempero, mas não como bebida. Ora, é exactamente o que me acontece com o álcool.
Mas não. Não há forma de perceberem isto: “bebe só hoje, que não te faz mal”, “hoje é um dia especial, esquece as regras”…
Mas c´um caralho, pá! Vou soletrar: eu-não-gos-to-de-be-bi-das-fer-men-ta-das-não-tem-na-da-a-ver-com-sa-ú-de-ou-o-ca-ra-ças!!!!
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P.S.: Ainda assim, a relação mais caricata que conheço com o álcool é a da minha amiga Lusty: detesta todas as bebidas alcoólicas... excepto bagaço!! (sorry, Lusty, mas é uma pérola demasiado boa para não ser partilhada).