Parafraseando a Dr.ª Rute Remédios, as opiniões são como as vaginas: cada uma tem a sua e quem quiser dá-la, dá-a. Neste blog, Julie D´aiglemont dá a sua. Opinião, claro. E nem sempre da forma mais respeitosa. Isso ofende a vossa sensibilidade? Então, ide, ide. Ide ler o programa de um qualquer partido de extrema esquerda, que de certeza é mais consentâneo com vossos princípios morais.





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segunda-feira, 7 de maio de 2012

Mãezinha, não te apagues

A minha mãe ensinou-me muitas coisas. 
Ensinou-me, por exemplo, a ver o mundo com cores mais realistas do que aquelas com que eu o pintava na adolescência.
Incutiu-me orgulho em ser independente.
Adestrou-me na arte de rir de mim própria.
Demonstrou-me as virtudes de uma bela vingança quando bem planeada.
Mas, de todas as lições da santinha, a que eu mais prezo é a recusa em tornar-se desapiedada, insensível às calamidades alheias. 
Foi dela que recebi a regra de que fome é sempre fome, quer ataque um ser humano ou um animal. 
Foi dela que herdei a rejeição da indolência perante o sofrimento dos animais. 
É a ela que recorro quando preciso de ajudar mais um animal. 
É por causa dela que trabalho para sustentar os meus bichos obesos.