Já sei que nada vai mudar na Coreia com a morte de Kim Jong Il, uma vez que quem realmente manda no país são os generais.
Mas sempre que morre um sacana, gosto de celebrar.
E não, não vale a pena virem com a sacralidade da vida humana. Esse princípio não me diz rigorosamente nada, ou não fosse eu discípula de Diógenes.
