Parafraseando a Dr.ª Rute Remédios, as opiniões são como as vaginas: cada uma tem a sua e quem quiser dá-la, dá-a. Neste blog, Julie D´aiglemont dá a sua. Opinião, claro. E nem sempre da forma mais respeitosa. Isso ofende a vossa sensibilidade? Então, ide, ide. Ide ler o programa de um qualquer partido de extrema esquerda, que de certeza é mais consentâneo com vossos princípios morais.





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segunda-feira, 19 de março de 2012

O meu pai é o maior, carago

O meu pai é o maior.

Por causa do meu pai, percebi muito tardiamente o conceito de machismo. É que, percebam, o meu pai sempre desejou uma filha para poder educá-la de forma a que ela não se deixasse deter por considerações de género.

O meu pai disse que me dava uma sova se eu me deixasse inferiorizar por um palhaço qualquer.

O meu pai ensinou-me a fazer peões com o carro.

O meu pai incentivou-me a fazer o InterRail.

O meu pai apresentou-me Gogol quando eu era adolescente: tornou-se o meu escritor preferido. Eu retribui: apresentei-lhe Rentes de Carvalho, que se tornou o escritor preferido dele.

O meu pai é o maior.