As imagens seguintes ilustram pessoas que padecem de um mal moderno, designado tanorexia: a compulsão pelo solário
Cooperação e política externa
Há 1 hora
Como é uma rapariga dotada de um sentido de humor inigualável (um dia tenho de contar algumas das suas peripécias), nem lhe passou pela cabeça reclamar. Prefere exibir o cartão como uma prova de que na Católica se pratica a fina ironia: diz que ninguém a convence de que isto não é uma piada com o facto de medir menos de 1 metro e 60.
Imagem enviada pela minha querida amiga Petazeta.


Agora, imaginem o que escreveria Tolentino se tivesse como inspiração estes objectos (recuso-me a chamá-los de sapatos):
O meu pai é o maior.
Por causa do meu pai, percebi muito tardiamente o conceito de machismo. É que, percebam, o meu pai sempre desejou uma filha para poder educá-la de forma a que ela não se deixasse deter por considerações de género.
O meu pai disse que me dava uma sova se eu me deixasse inferiorizar por um palhaço qualquer.
O meu pai ensinou-me a fazer peões com o carro.
O meu pai incentivou-me a fazer o InterRail.
O meu pai apresentou-me Gogol quando eu era adolescente: tornou-se o meu escritor preferido. Eu retribui: apresentei-lhe Rentes de Carvalho, que se tornou o escritor preferido dele.
O meu pai é o maior.
Esta foto foi-me gentilmente enviada pelo pedro b (do blog the charged void), dizendo: "não sei bem se esta foto vai de acordo com os teus pressupostos de sensualidade à segunda feira, mas, quando a vi, foi a primeira coisa que me ocorreu".
Prezado queixa-se quando lhe envio um selo, mas no último sentiu-se traído por eu o ter enviado ao Bloga-mos.