quarta-feira, 11 de maio de 2011

Todas as cartas de amor são ridículas

Não sei se o poeta teria razão quanto ao facto de serem TODAS ridículas. Mas quanto às que a minha amiga Rosebudd recebeu quando ainda era uma jovem casadoira, não há dúvidas.
Esta data de 1987.
Deleitem-se.
Toda a carta é um mimo, mas não resisti a sublinhar a frase "gosto mais de ti do que da minha mãe" - um rapaz tão jovem e já com tanta consciência das influências edipianas!

11 comentários:

  1. O rapaz estava lá. :-) A querer levá-la a jantar e à "buade". Fantástico!

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  2. A comparação com a mãe, pergunto-me se caiu bem...

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  3. Gostei do "jantarmos".
    O puto prometia, já que hoje qualquer doutorando hifeniza esse tempo verbal.
    Para algum doutorando que esteja a ler isto, o que quis dizer foi que hoje qualquer idiota põe um tracinho antes do "mos".

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  4. Aviso já que o moço não teve muita sorte. Há uma segunda carta com nova tentativa. Também é muito boa.

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  5. Fiquei fascinada com a caligrafia de instrução primária. E com o género de escrita, também de instrução primária (fez-me lembrar a redacção da Mafalda sobre a vaca ou, pior ainda, a do Manelinho sobre a Primavera). ;)

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  6. Esse menino não foi aluno da minha mãe para apresentar tal caligrafia.
    Uma pérola deliciosa.

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  7. A caligrafia pode parecer de criança, mas o apaixonado tinha 14 anos. Idade para ter juízo, portanto.

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  8. 14? eu vejo pessoal de 30 a dizer o mesmo. O puto era precoce.

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  9. Porra! também te gamaram posts! E comentários, que eu já tinha comentado este post.

    Aaah bandidos dum cabrão!

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