Parafraseando a Dr.ª Rute Remédios, as opiniões são como as vaginas: cada uma tem a sua e quem quiser dá-la, dá-a. Neste blog, Julie D´aiglemont dá a sua. Opinião, claro. E nem sempre da forma mais respeitosa. Isso ofende a vossa sensibilidade? Então, ide, ide. Ide ler o programa de um qualquer partido de extrema esquerda, que de certeza é mais consentâneo com vossos princípios morais.





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domingo, 21 de agosto de 2011

S.O.S. Bichinhos

Se querem um animal de companhia, por favor não comprem, há tantos animais abandonados que precisam de um dono que os ame...
Mesmo os adultos (sobretudo os adultos!) vão demonstrar um tipo de afecto de que a maioria dos seres humanos não é capaz.
Há um novo sítio que podem visitar. Divulguem-no, por favor.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

O triste destino de Óscar

Óscar era um cãozinho fofo, fofo... Uma verdadeira bolinha de pêlo muito dócil e muito amado por seus donos. Aliás, esta afeição era recíproca, porque o encantador bicho tinha o hábito de fugir de casa e ir ao encontro de sua dona no local de trabalho desta.
Ora, quis o destino que numa das vezes em que a dona ía com Oscarinho ao colo de volta a casa, se deparasse com uma vizinha adolescente a passear o seu grandioso mastim. Por infortúnio, a mãe natureza não havia dotado este último dos mesmos sentimentos de frateridade que Óscar. De forma que, assim que este viu a pequena bola de pêlo, atirou-se à dona deste e atacou o pobre infeliz.
Da refrega resultou muito pêlo no chão e uma cabeça sem corpo... porque o canídeo feroz tinha a modos que comido o Óscar. Sim, comido!
Foi a primeira vez que tive um ataque de riso causado pela morte de um pobre animal indefeso.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Ai, que os cães são tão perigosos para as crianças...

E agora algo sério...

Quem não me conhece mas por aqui passa já percebeu que não sou uma flor de estufa: praguejo como um estivador, alimento-me como um camionista, não gosto de crianças, não respeito os mais velhos se não os achar dignos disso, sou do contra, sou rancorosa, detesto o politicamente correcto e, suprema ignomínia, sou de direita.
Uma cabra insensível, em suma.
Mas até um aborto social como eu consegue perceber uma evidência: os animais não são condignamente tratados na nossa sociedade. Sim, até eu consigo ter sensibilidade suficiente para detectar essa injustiça.
Poderia dizer muita coisa acerca desse tema, mas há quem seja mais eloquente do que eu e o faça melhor.
Então, o que pretendo eu com este post? Apenas fazer um pedido a quem me lê.
Não peço que ajudem as associações de animais abandonados (apesar de ser fácil: é só pagar uma baixíssima quota anual).
Não peço que adoptem um animal abandonado em vez de comprarem (mas fiquem a saber que há cães de raça disponíveis em qualquer associação).
Não peço que em caso de adopção prefiram os rafeiros adultos (que se adaptam maravilhosamente a qualquer dono bondoso e demonstram maior gratidão do que as crias) e as fêmeas (sempre preteridas, apesar de em geral serem mais meigas do que os machos).
Só peço que não abandonem os vossos animais nas férias, nem optem pela entrega num canil. Não haja ilusões: ao fim de alguns dias, os canis abatem os animais não reclamados.
Obrigada.