Parafraseando a Dr.ª Rute Remédios, as opiniões são como as vaginas: cada uma tem a sua e quem quiser dá-la, dá-a. Neste blog, Julie D´aiglemont dá a sua. Opinião, claro. E nem sempre da forma mais respeitosa. Isso ofende a vossa sensibilidade? Então, ide, ide. Ide ler o programa de um qualquer partido de extrema esquerda, que de certeza é mais consentâneo com vossos princípios morais.





terça-feira, 7 de maio de 2013

Ainda a canzoada

Bem sei que ando a abusar com a quantidade de posts sobre cães, mas se outros bloggers podem falar dos seus filhos e dos seus lulus, não poderei eu ter um inusitado orgulho na minha matilha de rafeiros?
E demais a mais tenho mesmo de mostrar os três selvagens que vivem em minha casa.
Este é o Lucas (o nome fazia parte de um plano que se gorou para ter 4 cães evangelistas):
É filho da Justiça. Não, não estou a falar em sentido metafórico, a mãe dele era uma serra da estrela abandonada que foi adoptada por um Tribunal perto do Porto, onde acharam por bem dar-lhe esse nome. Como tinham medo que ela e o Pirata (o lindíssimo rafeiro namorado dela) fossem envenenados durante o fim-de-semana, pediram-me para os adoptar. Este casal já morreu de velhice, resta este descendente deles.

 Este é o Fiat Uno:
O nome surgiu porque a santinha já tinha uma cadela chamada Mercedes e um cão que respondia pelo nome de Jaguar. Como queria continuar no ramo automóvel, sugeri que escolhesse o nome de um carro mais modesto. Quando foi adoptado era um cachorrinho pequenino e inofensivo. Mas entretanto desenvolveu um viciozito de boca: gostava de trucidar ovelhas. De forma que teve de ser despejado da quinta da minha mãe e foi viver para minha casa.

Este pequerrucho é o Rex (não fui eu quem o baptizou):
É o mais velho destes três. A minha amiga Lusty diz que, apesar do tamanho, parece um rotweiller – eu chamo-lhe rotweiller bonsai. Dos 3, é quem realmente tem espírito de macho alfa: é sempre o primeiro a comer e com ele os outros não brigam - não fosse a diferença de tamanhos e ele tratava-lhes da saúde.
Também tem um viciozito de boca: um dia alguém deixou o portão aberto, o que foi aproveitado por ele e pela Justiça para levarem a cabo a grande chacina de galinhas da vizinha. Resultado: pagámos cerca de 150 euros em frangos. Costumo dizer que provavelmente pagámos acompanhamento e sobremesa, mas como a responsabilidade era nossa, pagámos e não bufámos.

Seria de pensar que tenho aqui uma verdadeira alcateia de lobos defensores da minha casa. Pfff! Os gajos ladram mas não mordem (excepto ovelhas, galinhas e gatos). Impõem respeito apenas pelo tamanho, porque estou convencida de que se alguém tentar entrar no meu jardim pode realmente sentir-se agredido, mas apenas pelas lambidelas destes adoráveis cabrõezitos.
Já só falta falar de 5 ou 6 cães … ahahah Nã… Depois deste post vou tentar controlar-me (eu disse tentar, não prometo nada).

3 comentários:

Maria Papoila disse...

Porque controlares-te mulher? Eu agora dou grandes secas aos meus leitores (que deves ser tu e mais dois ou 3) e olha, azar!

Uma pessoa fala do que gosta ora!

Wallis disse...

Qual deles o mais lindo.
(impressionante como consegues apanhá-los bem, tão quietinhos... parece que estão a posar, )
Por mim, podes continuar, eu gosto muito.

I. B. disse...

- Mateus, Marcos, Lucas e João! Já á dona! :-)

Muito bom! :-)

Melhor só o FIAT UNO!!!