Parafraseando a Dr.ª Rute Remédios, as opiniões são como as vaginas: cada uma tem a sua e quem quiser dá-la, dá-a. Neste blog, Julie D´aiglemont dá a sua. Opinião, claro. E nem sempre da forma mais respeitosa. Isso ofende a vossa sensibilidade? Então, ide, ide. Ide ler o programa de um qualquer partido de extrema esquerda, que de certeza é mais consentâneo com vossos princípios morais.





quarta-feira, 22 de setembro de 2010

O mui desejado gato

A minha amiga Márcia sempre desejou ter um gato persa. Mas como não estava disposta a pagar por um, foi adoptando os rafeiros abandonados que lhe apareciam (o que só diz bem da personalidade dela).
Até que um dia, um amigo resolveu presenteá-la com um persa bebé, que lhe levou a casa.
E que felicidade foi! O gato era adorável, entrosou-se de imediato com os outros gatos e mostrava-se deliciado por poder brincar no enorme relvado da casa.
Foi uma felicidade efémera, porém. Porque no dia seguinte, o amigo que havia ofercido o bicho regressou para fazer uma visita... e ao sair, inadvertidamente pisou o gatinho com uma roda do carro, causando-lhe morte instantânea.
Apesar da inegável tristeza da história e do meu tão propalado amor pelos animais, não consegui conter o riso perante a ironia.
E vão duas.

4 comentários:

Catarina Reis disse...

"Tadinho" do gato.
Beijos

Miss Murder disse...

Que horror!!!

Manuela disse...

Julie, que macabro. Coitado do persa!

Julie D´aiglemont disse...

Eu também tive muita pena do gatito, a sério. Mas confesso que não consegui deixar de rir com a ironia. Obviamente que se o bicho fosse meu, eu não iria rir...